Antigamente era moda todo supermercado ter lanchonete e rotisserie.
Numa dessas minha cunhada almoçava sempre no supermercado no lado da praça Santos Dumont, a principal da Trindade, lá pelo início dos anos 90.
Um dia ela despeja uma concha de feijão em cima do arroz em seu prato e vem aquela baratona junto. Morrendo de nojo ela foi até o caixa e reclamou da barata que veio no feijão. Ela almoçava lá todos os dias da semana.
A caixa, preocupada, falou que ela não precisava se preocupar. Pegou o prato dela e jogou a comida fora e deu um novo prato para ela se servir. Nem sombra de idéia em tirar do buffet o panelão de feijão onde a barata cozinhara por horas.
Ela agradeceu, foi embora e nunca mais comeu ali. Mesmo sem comer, quase passou mal pelas vezes que já havia comido.
One Comment
Oi Fábio, parabéns pelo blog! Está muito legal!!
Credo, que história horrorosa, não tenho nojo de barata, mas comer barata, nem pensar!!
Me aconteceu algo parecido numa pizzaria da lagoa. Quando fui servida – uma bela pizza de rúcula com tomate seco – tinha uma barata cozida junto, e pelo jeito bem crocante!! Chamei o garçom e ele imediatamente tirou o meu prato. Mas fui super mal atendida, porque não repuseram o prato e fiquei esperando por outro, com fome. Disseram que iriam dar outra pizza de graça, mas quando fui pagar no caixa, os donos queriam me cobrar a pizza com barata, pode? Eles só não cobraram porque ameaçamos chamar a vigilância sanitária. Um horror.
Abs